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2 de novembro de 2010

Lista dos 15 Filmes

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Não sei se vocês já viram por aí o meme dos 15 filmes. Eu vi em alguns blogs e li que pessoas fizeram a mesma brincadeira no Facebook. Como não tenho conta lá e a Birosca está aqui para isso (risos), resolvi mostrar para vocês minha listinha.

A brincadeira é assim: em 15 minutos você tem que listar 15 filmes que marcaram sua vida de alguma forma. Não precisa estar em ordem de preferência e nem se preocupe se você tiver mais de 15 filmes. Eu mesma tenho mais e nem listo aí os filmes que mais marcaram, pois nos 15 min. não lembrei de todos.

  • O Labirinto do Fauno
  • Dogville
  • Beleza Americana
  • Closer (melhor introdução de filme ever)
  • The United States of Leland
  • Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei
  • Juno
  • Volver
  • Na Natureza Selvagem
  • My Blueberry Nights (em PT: Um Beijo Roubado, mas eu deteeesto esse título besta pra um filme tão bom)
  • V de Vingança
  • Os Gonnies
  • O Segredo dos Seus Olhos
  • Edward Mãos de Tesoura (medo)
  • Little Miss Sunshine
Façam suas listinhas também aí nos comentários! Não se esqueçam que não pode passar de 15 minutos ;)

Na próxima vou mostrar a lista de livros, =D.

18 de outubro de 2010

Metamorfose Ambulante

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Não sei vocês, mas eu gosto de perceber mudanças de pensamentos e comportamentos em mim. Obviamente que nem todas as mudanças me agradam, mas acredito que assim estou trilhando um caminho de ter uma forma menos radical de se pensar. E uma coisa que sou é radical. Por isso, enfrentar as diferenças, um exercício doloroso, é quase que uma automutilação necessária para chegar em um fim: sempre renovar conceitos.
Isso pode ser visto como algo ruim. Seres inconstantes assustam justamente por nunca se saber como são. Mas rever conceitos não traz só inconstâncias, traz também certeza de que nossas certezas são realmente frágeis. Um paradoxo, eu sei. E é o que dá graça à brincadeira.
Exemplo: ontem vi um filme (esqueci o nome, para variar) de um terrorista que ameaçava os EUA. Mais um comercial pró-guerra americana, foi o que eu pensei. E nem era. No decorrer do filme foram levantadas algumas questões como: "Até que ponto podemos ir para defender aquilo que achamos certo?", "Vale destruir sempre o mais fraco para que a maioria se salve?" ou "E quando somos aquilo que criticamos?" Mas o interessante foi observar o que estava fora do filme: seus espectadores. Dois amigos assistiam também e torciam para que a população da tal cidade americana fosse salva. Com isso acabaram concordando com os meios nada ortodoxos que a polícia propunha para esse salvamento. Estava claro que, em outro contexto, eles não concordariam com as atrocidades cometidas pela polícia. E isto quer dizer adaptação de conceitos.
Independente do certo ou do errado (nem quero falar do enredo do filme), me parece que "cada caso é um caso" não pode ser desprezado. Vamos fazer coisas, conscientes ou não, que não orgulhariam nossa mãe, mas que foram necessárias. E vamos enfrentar as consequências de qualquer jeito mesmo, fazendo algo ou ficando parado. Não dá para se prender sempre naquilo que achamos o correto, pois nem sempre é aplicável... Se bem que isso é relativo, né? Mas o que não é?


No próximo post meu prometo não escrever essas coisas estranhas, rs.

24 de abril de 2010

O Segredo dos Seus Olhos

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Mais uma indicação de filme! Dias corridos, sem inspiração para outros assuntos. =D

Podemos esperar algo de bom do cinema Latino Americano? Felizmente sim. Nossos hemanos, los argentinos, fizeram bonito no cinema, levando (outra vez) a estatueta do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro na edição deste ano: El Secreto de Sus Ojos, de Juan José Campanella. Uma obra que tem vários adjetivos: uma espécie de filme policial, com pitadas de comédia e drama, com romances perdidos e achados. E a presença da sensibilidade nas quase duas horas de filme.


Conheci uma obra de Campanella há uns dois anos e até hoje me pergunto que preconceito bobo eu tinha contra as obras cinematográficas latinas. E a obra nem era um filme, e sim a belíssima série chamada Vientos de Agua. Até hoje procuro os DVDs para comprar e não encontro em nenhuma loja brasileira. Enfim, voltando ao filme, quando eu soube que O segredo era do Campanella, antes mesmo da indicação, já estava morrendo de vontade de ver. Ao saber que, além de concorrer, ainda ganhou o Oscar, tive que urgentemente arrumar um tempo para verificar se o argentino conseguiu fazer uma boa obra. E sim, conseguiu, com o orçamento baixo (para filmes) de 2 milhões de euros.

O filme conta a história do funcionário público aposentado Benjamín Espósito, interpretado por Ricardo Darín, que resolve escrever um livro contando o caso de um assassinato ocorrido na época em que trabalhava no Tribunal Penal de Buenos Aires, há 25 anos. Juntamente com seu subordinado direto, ele foi atrás das provas do crime. O tempo no filme alterna entre os dias atuais e a época do assassinato. Faz um paralelo entre quem eram os personagens e no que eles se tornaram. Ou, segundo Espósito, o resultado do que foi feito quando eram jovens.

Os diálogos no filme são simples e dão aquela sensação de "nossa, já passei por isso". Acho que são o que mais me encanta nas obras do Campanella. Como nesse diálogo que segue, entre Espósito e sua chefe Irene.

- Desculpe, preciso falar com você.
- Sente-se.
- Obrigado. Ontem aconteceu uma coisa... fiquei pensando toda a noite e não consegui dormir. Pensei em você... Sabe quando... quando alguém vê as coisas de um ângulo diferente, quando vê a outra pessoa, e isto faz você olhar para a sua própria vida.
- Continue.
- Sim. E disse a mim mesmo: tenho que falar disto com Irene. Talvez ela vá me mandar à merda... desculpe, talvez ela vá querer me matar, mas tenho que tentar.

Claro, o diálogo não está contextualizado, não faz muito sentido. Mas, enquanto Espósito falava com Irene, lembrei de momentos parecidos que tive, quando me arrisquei falar coisas absurdas com outras pessoas. E também o gosto amargo de não ter feito isso nas vezes que era para ter acontecido.

De ruim concordo com as criticas aos exageros na maquiagem (pessoas que tinham 30 anos, aos 55 estavam com cara de 80). Não há muitos efeitos visuais, mas isso nem é defeito. Eu até cortaria o único que lembro agora. E só, como qualquer fã não me prendi aos supostos defeitos, rs.

Filme para quem gosta de ouvir uma boa história, como o próprio Darín falou. Recomendadíssimo!

31 de março de 2010

Símbolos

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Depois de duas reuniões hoje, eu precisava urgentemente relaxar. Então fui ao cinema. Não tinha nada em especial para ver, até porque já desisti da lista de filmes que estão em cartaz, não vou ter tempo de assistir mesmo. Resolvi que iria fazer unidunitê para escolher um filme, mas nem precisou. Bati o olho no cartaz de “O Livro de Eli”, com o Denzel Washington. Li alguns comentários no Twitter sobre o filme, todos falando bem, e resolvi arriscar.
Não é ruim o filme, mas também não é um dos melhores do Denzel. Não pela atuação dele, e sim pelo enredo um tanto religiosamente irritante (pelo final acredito que tenha sido mais uma crítica às pessoas irritantes) e a atuação de alguns atores principais bem ruinzinhas. Posso ser até exagerada, mas muitas cenas me lembraram de momentos dramáticos de novela mexicana (ah sim, eu assistia muita novela mexicana!). De tudo o que vi uma coisa me chamou muito a atenção: o símbolo (no caso do filme o livro) é sobreposto pelo que ele é materialmente... Como?
Ok, tentarei explicar a ideia sem entrar no mérito do filme para não dar spoiler. Tenho em minha mente algumas hipóteses sobre a vida em geral. E os símbolos são uma dessas. Acredito que os humanos não vivem sem símbolos. Temos a tendência de representar uma ideia, um fato marcante ou simplesmente um sentimento com símbolos. Dar um presente é um bom exemplo. Ao presentear alguém, estamos tentando mostrá-la o quanto a estimamos, pelo menos na maioria das vezes. O presente em si não é o importante, mas sim aquilo que o ato representa. Aí que está o problema. Alguns presentes, e.g. um carro, se tornam mais importantes para muita gente do que um barquinho feito de papel*. Não discuto a utilidade que ele possa ter, mas sim o simbolismo que é perdido quando não observamos a “metainformação” que há no ato de presentear.
O simbolismo também é perdido quando tornamos o objeto em si mais importante do que ele representa para a gente. Vamos imaginar uma garotinha que ganhou um anel muito antigo de sua avó. A senhora passou à neta o presente para que ela se lembrasse dos momentos que passaram juntas. Um dia a avó se foi e a neta idealizou toda uma adoração ao anel. Ele se tornou o objeto mais valioso de sua vida, e que quando se casasse o anel da avó seria sua aliança e nunca o perderia. Anos passaram e um dia ela perdeu o anel, caiu num bueiro da rua. Dois meses em depressão e, apesar da insistência de muitos rapazes, acabou que nunca se casou. Sempre comentava com os outros a história do anel perdido, mas já não lembrava mais da brincadeira predileta dela com a avó.
Muitas coisas eu tenho para falar sobre os símbolos, vou deixar para uma provável próxima postagem. Sei que textos grandes demais enjoam. E este já está extenso por demais.

* Eu não fico de fora: não vejo sentido em dar um buquê de rosas, vejo em dar um vaso com tulipas vivas! =D

16 de fevereiro de 2010

Feriado de Carnaval

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E aí, pessoas invisíveis. Sim, uma nova postagem nesta casa de Zé Ninguém. Eu tinha dito para os meninos que não postaria mais, caso eles não voltassem para dar pelo menos um oi. É, eles não voltaram. E eu voltei. Minha chantagem não deu certo, só não sei se eles não estão inspirados ou se é pra eu ficar quieta. Prefiro pensar na primeira hipótese.

Segunda-feira de Carnaval. Feriado. Ruas vazias no meu bairro, graças!, e calor homérico. Ventilador na cara e laptop pegando fogo. Dizem que em países frios as pessoas são frias porque elas pouco se veem. o dá para se encontrar com outras nas praças, lojas de ruas e etc numa temperatura menor que 0°C. Mas também não dá para sair de casa quando lá fora está 40° C ou mais. Do jeito como vai, futuramente vamos todos ficar trancados em casa, com nossos ventiladores e laptops, frios suando em bicas. Ou então inventarão uma roupa, tipo de astronauta, que tem ar condicionado embutido. It’s so cute.

Para animar um pouco este fim de dia, me peguei ouvindo uma interpretação de música clássica, que alguém postou no Twitter O.o. Bom demais, eu deveria tentar mais músicas do gênero. Postei no Buzz, aquele novo serviço gentilmente “cedido” pelo Google no Gmail. Meu cunhado me segue por lá, preciso manter minha fama de velha com ele. Enfim, isto não tem relevância, só uma tentativa de irritá-lo. Ele se irrita com meus costumes (beber chá e café) e gostos (existir Beatles, The Who, Neil Young no meu mp3). E também por causa dos filmes que vejo.

Falando em filme, sábado vi Vicky, Cristina, Barcelona, do Woody Allen. Definitivamente, este é um filme feito para homens. E só. Não há um grande romance, para ser de menininha. Nem há aventuras para crianças. Há só os dois beijos entre a louca Maria Helena (Penélope Cruz) e a “não sei o que quero, só sei o que não quero” Cristina (Scarlett Johansson). O que, portanto, o transforma em filme para homens. Haha, sim, generalização detected. Se não fosse isso seria um filme sobre o nada. Existem histórias salpicadas, sem muita ligação uma com a outra. O tal do estilo do Woody, não gosto. Troll detected também? Mas vale dizer que a trilha sonora é ótima.

Outro filme que vi foi Educação (An Education). Concorre ao Oscar 2010 como Melhor Filme, Melhor Atriz (Carey Mulligan) e Melhor Roteiro Adaptado. Não acredito que leve como melhor filme. Talvez a Mulligan leve o Oscar, ela trabalhou muito bem. Sobre o enredo, bem, quem já viu O Sorriso do Monalisa vai ver o outro lado do problema abordado no filme com a Pretty Woman. Conta a história de uma adolescente criada para ser uma mulher culta, em Londres, na década de 60 . Ela de fato gostaria desta vida, mas queria também “ouvir, falar e fazer o que quer, e não se vestir igual às universitárias*.” É um drama leve, recomendável. No filme, a mocinha fala de dois escritores que gosto muito: C.S. Lewis e Albert Camus. Eles não são importantes na história (talvez um seja), mas foi bom terem sidos citados. Tipo: “olha, eu conheço estes livros e estes caras...” Bobeira minha.

Tá bom, vou parar de fazer disto aqui meu diário de carnaval. Já tá bem grandinho o texto. Hasta!

*A Geisy, aquela do vestido vermelho, não existia na época, né?

17 de setembro de 2009

Simplesmente Amor

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Olá povo da birosca!

Passei esta semana com muita dificuldade em saber sobre o que iria postar! Não sei se por sorte ou destino (depende de sua crença) mas, ontem, enquanto mudava os canais da TV, vi que estava passando um filme que gosto muito e na mesma hora pensei, por que não falar dele?

Simplesmente Amor (Love Actually) é um filme simplesmente fantástico pois, em 135 minutos de duração, ele consegue apresentar cerca de 17 (ou mais) personagens e desenvolver muito bem quase todos eles! Além de algumas aparições, que me fizeram rir bastante, exemplo de Rowan Atkison (Mr. Bean para quem não conhece).

Dentre estas personagens, temos por exemplo (vou dar alguns exemplos que me fizeram rir mesmo), o primeiro ministro do Reino Unido (Hugh Grant) que manda um dos melhores discursos já ditos contra os Estados Unidos!! Além de ele ensinar muito bem como se comportar na frente de um publico quando pego de surpresa na apresentação escolar onde ele nem sabia que iria!!

Posso falar também de um roqueiro sessentão (eu acho) que desacredita do sucesso da própria música, sacaneando a si próprio, e ensinanado às crianças a como (não) se comportar!! Tem também um Ingles que vai até portugal para fazer um pedido de casamento que eu sei que eu nunca teria coragem de fazer!

Até mesmo o ator brasileiro mais famoso da atualidade (eu acho) no cinema internacional está neste filme! Rodrigo Santoro faz o papel de Karl, este personagem não é bem desenvolvido (na verdade ainda não vi um filme ou série no qual um personagem dele seja bem desenvolvido), mas mesmo assim faz boa participação no amor com uma colega de trabalho bem tímida e ocupada com o irmão!

Bom, não vou estragar o filme para quem ainda não viu (se é que já não o fiz), portanto estou terminando por aqui! Sei que este post fará muito mais sentido (e graça, espero eu) para os que já assistiram ao filme, mas para os que ainda não tiveram a oportunidade, eu aconselho, aluguem, comprem, procurem aonde está passando!! Eu juro que não será perda de tempo!!

15 de setembro de 2009

Simples Assim

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Para ler ao som de Yann Tiersen - La Valse D'Amelie


Quero hoje falar sobre algo que aprendi e que está contido na essência do filme "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain". Para os que ainda não assistiram, uma breve descrição, para que não fiquem perdidos. rs


Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Lançado em 2001, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain recebeu cinco indicações ao Oscar, inclusive na categoria Melhor Filme Estrangeiro.


O que me impressiona nesse filme, que já assisti certamente mais de dez vezes, é que ele representa uma ode à simplicidade da vida. Mostra que pequenos acontecimentos surpreendentes, tornam a vida fascinante. Amélie nos mostra exatamente isso com suas pequenas "boas ações". O fato é que em meio a tanta gente que leva a vida tão a sério e de forma até triste, complicando tanto as coisas ao invés de encarar a vida com mais leveza e naturalidade, não é pecado algum dar uma de Amélie de vez em quando. Mudar o mundo à nossa maneira, fazendo nossa parte para com os que estão a nossa volta. Fazer uma boa ação, sem que os outros precisem ficar sabendo disso.


É um filme no mínimo inspirador. Todas as vezes em que assisti, terminei com uma sensação de que preciso fazer algo mais. Preciso notar as pequenas coisas da vida e não deixar que o corre-corre do dia a dia exclua aquela sensação de prazer pelas coisas simples, o que infelizmente acaba acontecendo com frequência.


Dia desses estava voltando para casa de ônibus. Num ônibus que normalmente caberiam trinta pessoas em pé, havia no mínimo umas sessenta. Ouvindo reclamações (e justas) dos passageiros que já cansados de um dia de trabalho ainda precisavam disputar um pouco de oxigênio nos poucos espaços livres do coletivo, notei algo que ninguém tinha reparado. Olhando pela janela, lá fora, no horizonte, o céu tinha uma coloração roxo-alaranjada e protagonizava um dos mais belos pores-do-sol que já vi na vida. Fiquei absorto por aquela visão! E naquele momento tive a certeza de que se encarasse aquela situação apenas como um problema, provavelmente teria perdido a chance de ter uma sensação tão boa de contemplar a beleza daquele fim de tarde. Algo simples, gratuito e diário que deixamos escapar com tanta facilidade...


Então, uma sugestão pra galera da Birosca: vamos aproveitar mais a vida, com todas as coisas boas que ela nos proporciona todos os dias, incluindo as mais simples! ... Pois como já bem disse o poeta Lenine, "A vida é tão rara..."


Abraços pessoal! o/


 
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