Mostrando postagens com marcador Internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Internet. Mostrar todas as postagens

14 de outubro de 2009

Apenas um clique, ou dois

14 de outubro de 2009 7

Começar com uma pergunta é sempre legal: como você aproveita a internet?

Sinceramente, convenhamos, a discussão sobre a "novidade chamada internet" já é ultrapassada.
A Web, ou a net já é uma grande realidade no cotidiano de todos nós, direta ou indiretamente.
Sistemas importantes, bancos de dados de empresas em geral, a sua conta do Bamerindus (rs ), está tudo na net. Ou então estão armazenados em discos externos que servem de eficientes cópias de segurança ou backups. O que não deixa de estar correlacionado substancialmente com essa festa toda chamada “World Wide Web” (rede de alcance mundial).

Sendo a internet tão popular, sinônimo de modernidade, não podemos deixar de vê-la como algo bom. Eu diria algo incrível. Não quero exatamente descrever a Internet e suas peculiaridades, até porque seus benefícios são inúmeros, seus serviços e até mesmo dúvidas, milhares de dúvidas para muita gente. Quero falar sobre o que para mim é importante e o impacto que tenho entendido e presenciado.

Mas espere aí. Fiquei pensando: o computador é a revolução, ou a Internet é a revolução?
Acho que a Internet é a revolução. A revolução do modo como eu desejo comprar ou vender algo, como obtenho informação, como vejo televisão, como ouço música, como me relaciono com amigos e parentes, como conheço pessoas, enfim, como eu gasto e aproveito meu tempo. E tudo isso, quando se sabe aproveitar, é muito bom. Com a internet, não temos desculpas mais para perdemos contato com as pessoas que amamos.

Quem inventou aquele negócio legal? Qual o nome daquela música nova? Eu nem sempre sei, mas o Google, a Wikipedia e o ComoTudoFunciona provavelmente sabem. E que bom que sabem. Porque assim não preciso nem perguntar para ninguém. A pesquisa foi minha, então, méritos meus. rs.

E o futuro da Internet? Já ouvi falar que algumas mentes têm muito interesse em fazer a liberdade virtual cair por água abaixo. Outros dizem que a Internet ainda vai melhorar muito em velocidade, conteúdo e segurança. Desses, o mais impreterível é a segurança: vírus e ladrões virtuais se proliferam como uma praga.

Sabemos que no Brasil, pra variar, a conexão, mesmo conexões de banda larga, é lenta por falta de um mínimo de vergonha na cara das pessoas que deveriam cuidar disso (políticos e porque não, também o povo, quase sempre passivo demais e não consciente de seus direitos). Aproveite e deixe sua dica, qual o site, programa, e-mail que você gostaria de sugerir? A minha sugestão é o site já citado acima "Como Tudo funciona" (ou How Stuff Works em inglês), pra quem ainda não conhece, trata-se um site gratuito que cumpre o que propõe no nome e que vale a pena colocar nos favoritos do seu navegador.

18 de setembro de 2009

Perdida sem as digievoluções

18 de setembro de 2009 7

Dizem que as grandes evoluções tecnológicas partem das guerras ou são feitas para elas. Como, por exemplo, as armas de fogo de defesa ou ataque, a telefonia, computação, aviação, a Internet etc. Mesmo que a motivação da tecnologia não tenha lá sido pacífica, quase sempre nos beneficiamos também; essas ferramentas acabam se tornando necessidade no dia a dia. Até as armas, ironicamente .


Dentre essas tecnologias citadas acima, destaco duas: o computador e a Internet. Minha mãe diz que eu não respiro pelo nariz ou boca, mas sim pelo uso do pc. E, naturalmente, acabo me rendendo demais à dependência da máquina. Igualzinha aos humanos no filme Wall-e. E confesso que eu bem que queria o carrinho que eles usavam... mas não pode, né?


Voltando... Duas situações me fizeram rir esses dias desta minha vida sedentária e dependente das máquinas. A primeira sucedeu quando estava buscando um trecho de um livro. Eu sabia as palavras que compunham a parte que queria, mas não sabia a página certa. Desejei fortemente, como nunca antes, na capa do livro uma caixa de pesquisa, que do lado teria a linda imagem de uma lupa. Como facilitaria minha vida! Mas não tinha. Resultado: abandonei a tarefa de procurar página por página o trecho que eu precisava.


A segunda situação também envolveu livros. Estive em uma livraria e me senti uma barata tonta ali dentro. Eu não me achava. Mesmo tendo as etiquetas nas várias seções, simplesmente não conseguia encontrar o que queria. Como desejei novamente uma caixa de pesquisa! Claro que eu poderia ter pedido ajuda a algum atendente. Só que minha natureza altamente sociável me impede deste ato (humanos de Wall-e novamente!) E este procedimento me custaria bastante tempo, pois vejamos o seguinte algoritmo (exagerado, por supuesto): 1º procurar um atendente; 2º tentar explicar para ele o que eu estava procurando; 3º ouvir ele falar que não conhece o livro e ficar me perguntando qual meu gosto literário; 4º fazê-lo entender que não quero outro livro (em loop). Prefiro a máquina me dizendo “Livro não encontrado”.


Não tem como negar: as máquinas facilitam, em diversos aspectos, minha vida e a de muita gente. É provável que algumas pessoas fiquem com raiva ou até tristes com relatos como este. Mas, ah, tanto faz! Evoluções trazem prós e contras. Os da antiguidade devem ter sentido saudades de escrever nas paredes quando tiveram acesso ao papel. Também sou nostálgica com algumas coisas, mas não aceitar nunca que elas mudam é perder oportunidades e facilidades. Se vamos chegar até o ponto dos humanos em Wall-e, já não sei. Espero de coração que não! Mas se todos negassem as novas experiências e fizessem bico para o que muda, muitas vezes somente por capricho, este texto não estaria aqui, rs.



***


Depois escrevo um texto contra o exagero do uso das tecnologias da computação. Se bem que isto é difícil para mim, pois sou uma das exageradas...

 
◄Design by Pocket, BlogBulk Blogger Templates
st